sábado, 19 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus



Como acrescentar a fé
Leitura Bíblica: Lucas 17

Esse foi o pedido dos discípulos a Jesus. Ele respondeu-lhes: “Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te daqui, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria” (Lucas 17:6). Muitas pessoas pensam que é necessário um pouco de fé para contemplar o agir de Deus, mas, nessa passagem Jesus compara a fé “como” um grão de mostarda e não “do tamanho” de um grão de mostarda. Uma semente só tem utilidade se for plantada para semear e produzir novos frutos. Uma semente plantada, germina, cresce tornando – se uma frondosa arvore, dá sombra e depois produz frutos. Assim deve ser a nossa fé, deve ser investida e aos poucos irá crescendo. A medida que colocamos nossa fé em Deus e contemplamos o seu agir, a nossa fé aumenta cada vez mais, quanto mais experiências com Deus, mais fé temos nEle.

Mas os discípulos queria que Jesus aumentasse a fé deles, como se fosse um copo vazio que fosse transbordado com a água vinda de uma jarra. A fé deve ser exercitada em nós, em nosso coração, mente, alma e espírito. Devemos crescer em fé como se subíssemos uma escada, mudar de nível, tornar-se estável em Deus e crer somente. “A fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo” (Romanos 10:17). Se você se dipuser a ler a bíblia e meditar nela você terá a sua fé aumentada, pois, o que mais vemos nessas páginas são histórias onde o favor e a gloria de Deus foram manifestas na vida daqueles que creram nEle. Por acaso o Deus de Nóe, Abraão, Isaque, Jacó, Moisés, Josué, Daniel, Davi é diferente do nosso Deus? A palavra diz que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre”.


Já que estamos andando com Jesus, vamos aprofundar a nossa fé, não vamos sufocar a nossa fé, muito pelo contrário, peçamos a Ele que retire de nós, de nossa volta tudo o que impede que essa sementinha cresça e nos leve a um nível mais profundo de fé nEle. Neste sábado, teste a sua fé, tente não queixar de nada e em qualquer situação que por ventura surgir dúvida ou incredulidade sobre o agir e a provisão de Deus repita em voz alta: “Jesus está comigo. Eu tenho fé nEle e creio em Tua provisão!”.  A fé é o botão de “start” que você aperta autorizando Deus agir! Graça e Paz! Bom sabadão! 

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus



Um lugar de tormento

Leitura Bíblica: Lucas 16

Muitos vivem como se o inferno não existisse, ou, até creem em sua existência, mas tem ignorado. A leitura de hoje revela que quando esteve na terra, Jesus mencionou acerca dele e através de uma parábola nos alertou quanto à conduta que devemos ter para não tê-lo como nossa morada eterna. A parábola conta a história de um homem rico que vivia com muita esbórnia. Havia também um mendigo cujo nome era Lázaro que ficava em sua porta e se alimentava das migalhas que caíam de sua mesa. Esse mendigo morreu e foi levado ao céu pelos anjos, e o homem rico que também morreu, porém foi para o inferno. Estando ele em tormento no inferno, ergueu os olhos e viu de longe, Abraão e junto dele, o mendigo Lázaro. O homem clamou misericórdia a Abraão, para que Lázaro molhasse a ponta do seu dedo com água e fosse colocar em sua língua para refrescá-la.

Abraão respondeu-lhe: “Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá”. O homem rico temeu por sua família e pediu a Abraão que mandasse Lázaro a sua casa contar onde ele estava e o que ele estava perecendo para que sua família não fosse parar naquele lugar também. Abraão disse lhe que estes deveriam ouvir os profetas. Mas o homem rico insistiu: “Mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles, arrepender-se-iam”. Porém, Abraão lhe disse: “Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite”.

Essa parábola foi escrita há mais de dois mil anos e ainda hoje ela é muito válida. A forma como muitos têm vivido suas vidas como se não tivessem de prestar contas de seus atos. Muitas pessoas têm vivido e curtido os seus dias como se essa vida, este mundo fosse tudo o que existisse, sem sequer preocupar com o que acontecerá conosco após a morte. Enquanto profetas se levantam e declaram: “É chegado o Reino de Deus! Arrependam-se!” ou “Jesus está voltando”, muitos fazem deboche ou até mesmo ignoram, fingindo nem ouvir. Essa parábola nos exorta a pensar na forma como temos vivido aqui na terra, na forma de amar e nos relacionarmos com o próximo.

Muitas vezes envolvemo-nos a desfrutar do que temos, das bênçãos concedidas a nós nessa vida e ignoramos as necessidades do próximo. Lázaro mendigava migalhas e se alimentava delas, o homem rico no inferno mendigava migalha também, pedia apenas um dedo molhado para refrescar sua língua. Mas tinha uma diferença na situação de ambos, às necessidades de Lázaro poderiam ser supridas pelo homem rico, uma vez que tinha tanto, a ponto de viver uma vida desregrada. Já às necessidades do homem rico no inferno não cabia a Lázaro atender, pois como mencionou Abraão na parábola, havia um “abismo” entre eles, muito maior que o abismo social que os afastavam aqui na terra.

Ali nada mais poderia ser feito, ao contrário de alguns ensinos antibiblicos do catolicismo acerca da existência do purgatório, não existe um lugar de “re-teste”, somos julgados por nossos atos aqui na terra, pois foi aqui que vivemos toda a nossa vida. Não existe um “cantinho para pensar”, para purificar depois da morte. O cantinho para pensar deve ser enquanto estivermos vivos, devemos refletir nossas atitudes constantemente e mudá-las. Devemos avaliar se temos vivido em obediência ao Senhor e principalmente no que se refere ao comprometimento em amar ao próximo.
O apóstolo Paulo escreve em sua carta aos coríntios que “se não tivesse amor nada seria”. Uma vida cheia de fartura, cheia de bens, mas sem amor, sem caridade para com o próximo não tem valor algum diante de Deus. “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (1 João 4:20). Negar ajuda ao próximo é negar ao próprio Deus. No livro de Mateus capitulo 25, Jesus fala acerca do grande julgamento depois de sua vinda. Nele o Rei dirá às pessoas à sua direita: “Vinde benditos do meu Pai, possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo; Porque tive fome e me deste o que comer, tive sede e deste-me de beber, era estrangeiro, e hospedastes-me. Estava nu e vestistes-me, adoeci, e visitastes-me, estive na prisão e foste me ver”. Aos que estiverem à sua esquerda dirá: “Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seu anjos”.


Quando perguntado por ambos os grupos quando foi que eles O viram e O ajudaram, e, O viram e não O ajudaram, o Senhor lhes responderá: “Quando fizeste a um destes pequeninos irmãos, a mim o fizeste. Quanto não o fizeste a um destes pequeninos irmãos, não o fizestes a mim”. E então estes irão para o tormento eterno e os outros irão para a vida eterna. (Mateus 25:34-46). Alguém ainda tem dúvida de que a forma como tratamos o próximo e cuidamos dele vai ser essencial na decisão do lugar onde iremos passar a eternidade? Deixe o Espirito Santo continuar a ministrar o seu coração sobre esse assunto, pergunte a Jesus se você tem vivido de forma desregrada de forma que tem incomodado a Ele, e O acompanhe no caminho da caridade e da solidariedade, afinal, este caminho Ele conhece muito bem.  Graça e paz!


quinta-feira, 17 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus


O alimento da casa do Pai 
Leitura Bíblica: Lucas 14 e 15

“E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada. E, tornando em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!” (Lucas 15:16-17)

Esse é um versículo de uma das parábolas mais conhecidas da bíblia, a parábola do filho pródigo. Nela, Jesus conta a história de um pai que tinha dois filhos, o seu filho mais novo pediu sua parte da herança e saiu de casa. Longe de casa, depois que gastou todos os seus bens de forma dissoluta passou necessidade. Em busca de trabalho fora enviado para apascentar porcos no campo de um dos cidadãos daquela terra. Ali passara muita fome, pois nem da comida que era dada aos porcos ele podia comer, foi neste momento que ele lembrou-se da casa de seu pai, da comida que seu pai servia aos trabalhadores, do quão era generoso com os que vivam com ele. O que chama atenção nessa parábola é que o filho pródigo não mencionou o conforto do seu leito, que pela condição de seu pai deveria ter uma vida extremamente confortável, ou qualquer outra regalia digna a um filho cujo pai é detentor de tamanhas posses, mas foi do alimento da casa de seu pai que ele se lembrou.  

Quando Jesus contou a seus discípulos essa parábola Ele queria revelar o coração de Deus, o nosso Pai, que não nos obriga a ficar em Tua casa, mas sempre nos acolhe quando tomamos a decisão de voltar. Quem experimenta do alimento da casa do pai (o amor) nunca se esquece dele, e quando está longe, nas situações mais difíceis é a falta que esse alimento faz que o traz de volta. Quando esteve na casa de seu pai o filho mais novo ansiou por experimentar novos sabores e um novo estilo de vida, mas toda aquela novidade não supriu o vazio que ficou em seu coração, vazio que só fora percebido quando o mesmo estava em meio a porcos e foi quando tomou a decisão de voltar para casa de seu pai e oferecer – lhe para ser um servo, pois, não considerava-se mais digno de ser chamado de filho.  

Quando aproximava-se da casa de seu pai, ele o avistou de longe e veio ao encontro de seu filho que com o discurso já preparado disse-lhe: “- Pai pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho”. Mas para sua surpresa o seu pai chamou os seus servos e pediu que trouxesse o bezerro cevado e providenciasse uma refeição para comemorar com uma festa o retorno de seu filho. Alguém consegue imaginar o semblante do filho pródigo ao ouvir isso de seu pai? Ele jamais poderia imaginar que fosse recebido daquela maneira, pois se tivesse imaginado teria retornado bem antes. Embora ele tivesse vivido a tanto tempo na casa com o seu pai antes de partir, ele conhecia muito pouco do seu amor. Ele esperava que o pai tratasse a sua relação com ele da forma como ele tratou a sua com o do seu pai resumindo-a apenas a bens. O que chama atenção nesta parábola foi a rapidez que fora providenciada a festa em comemoração ao retorno do filho. Vejam bem, logo os seus servos trouxeram o bezerro cevado e a melhor roupa para que o filho vestisse. Mas será se foi tão rápido assim? O que este pai estivera fazendo durante todo esse tempo que o filho esteve fora desfrutando de sua herança? O filho não sabia, mas o pai já o esperava. Não ... não! Ele não mandou ninguém seguir os passos do seu filho, mas ele sabia que chegaria o momento em que ele sentiria falta do alimento de sua casa. Ele sabia que por melhor que fosse as refeições que seu filho fizesse em qualquer lugar que ele estivesse nenhuma delas seria igual ao alimento dado por ele em sua casa. 

Assim é Deus com os seus filhos. Ele nos alimenta com o melhor alimento deste mundo, e este alimento é o seu amor. Mas muitos pedem sua herança, que é a sua vida e partem, vão experimentar o que acreditam ser as delícias deste mundo, acabando assim com a herança dada por Deus, destruindo sua vida. Quando os prazeres já não lhe satisfazem mais, pois tudo neste mundo é passageiro, se veem ali em meio a porcos (a imundície do pecado) então se lembram do alimento da casa do Pai, pois só o amor de Deus que preenche o nosso coração e nos supre. 
  
Se o filho pródigo soubesse como o seu pai o receberia, ele não teria permanecido um dia sequer faminto naquele chiqueiro junto aos porcos. Mas Jesus revelou a nós o coração de nosso Pai, e nós só permaneceremos no chiqueiro se quisermos. O pai do filho pródigo não foi buscar o filho onde ele padecia, ele esperou que o filho viesse até ele, não por orgulho, mas por amor, pois ele amava o filho o suficiente para respeitar suas escolhas. Mas aguardava o seu retorno. Deus aguarda o seu retorno também. Talvez você diga que não é mais digno de ser chamado por Ele de filho, mas a um pai um filho jamais deixará de ser filho, mesmo este tendo optado por permanecer longe de Sua presença. Talvez você esteja envergonhado, pois, as coisas que tens feito não agradam ao Senhor, e acredita que não seja esta a hora, pois, é preciso purificar-se, limpar-se. Lembre-se o filho pródigo levantou-se do chiqueiro e foi em direção à casa de seu pai do jeito que estava, e o seu Pai providenciou roupas novas, anel e sandálias a ele.   

Volte para casa do Pai, Ele te aguarda com vestes novas, e com muito amor para lhe saciar. O amor que você buscou em um relacionamento ou em um estilo de vida que no fundo no fundo não era nada do que você desejava à sua vida, este amor que não foi encontrado em nenhum dos lugares por onde você perambulou, tem em abundância em sua casa, basta apenas que você retorne a ela. “Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lucas 15:10)

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus

Foto: Internet 


Estabeleça o reino de Deus na sua vida
Leitura bíblica: Lucas 13

Já estamos há duas semanas no propósito “21 andando com Jesus”. No decorrer da caminhada cristã muitos se tornam frios, religiosos, ou em casos daqueles que ainda não são convertidos que conhecem a Deus, mas pouco sabem sobre Jesus e o quanto Ele é essencial à nossa salvação. O inimigo tem colocado muito engano nos corações acerca da identidade de Jesus. Muitos nominam Jesus como sendo algo que Ele não é. Jesus não é uma imagem de barro, tão pouco religião, Jesus é o filho do Deus Altíssimo que veio à terra em carne e sangue para o cumprimento do propósito do Senhor de resgaste à humanidade. Esse Jesus não está numa cruz, da cruz Ele já foi retirado, portanto não se curve a uma imagem assim, aliás não se curve a nenhuma imagem, quer honrá-Lo e adorá-Lo comece reconhecendo o sacrifício dEle na cruz do calcário e chame-O para ser o Senhor e Salvador de sua vida. Se com a tua boca confessares ao Senhor Jesus, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9)

Eu fiz essa oração há pouco mais de dois anos e eu jamais imaginava o quanto ela iria mudar a minha vida, aliás, a partir dela passei a ter vida, pois antes de reconhecermos Jesus e fazermos a conversão em nossa vida estamos mortos por conta do pecado original e uma multidão de pecados cometidos por nós mesmos, mas a palavra nos diz que “o amor cobre uma multidão de pecados” (1 Pedro 4:8) quando olhamos o sacrifício de Jesus como sendo um ato de amor do Pai à humanidade e o reconhecemos temos os nossos pecados cobertos pelo seu sangue e isso é uma porta que abrimos para o Senhor agir em nossas vidas, resgatando-nos, endireitando os nossos caminhos, dirigindo-nos a um encontro verdadeiro com Deus.

A leitura de hoje é o capitulo 13 do evangelho de Jesus escrito por Lucas. Numa passagem onde o Senhor assemelha o reino de Deus a um grão de mostarda lançado na horta, que cresceu e tornou-se em uma grande árvore, e em seus ramos aninharam-se aves do céu. Jesus comparou o reino de Deus ao fermento que uma mulher coloca numa massa de farinha e ele leveda aumentando o seu tamanho. Quando aceitamos a Jesus a sementinha foi lançada em nós, o reino de Deus foi estabelecido em nossa vida, e então por meio da palavra, da bsuca, da intimidade (do terreno que somos ou nos tornamos) vamos crescendo nEle, crescendo, produzimos sombras aconchegantes e frutos. As pessoas passam a ver Cristo em nós e passa a nos buscar para pedir oração, uma palavra de vida, para ouvirmos falar de Jesus, tornamos sombra para muita gente sedenta por encontrar um descanso, e aí o Senhor manifesta a glória dEle através de nossas vidas.  Da mesma forma analisemos a comparação com o fermento quando o reino de Deus é estabelecido num lugar há multiplicação, há bênçãos dos céus, há um “levedar” da unção do Senhor, para que haja alimento aos famintos de amor deste mundo. 

Se você ainda não estabeleceu o reino do Senhor em seu lar, na sua vida, não perca tempo. Esse Jesus a quem você optou por caminhar nesses 21 dias está do seu lado, mas Ele pode estar dentro de você, basta um passo de fé seu e uma decisão que pode mudar a direção de sua vida, aceitando O (suficientemente) como Senhor e Salvador de Sua vida fazendo esta oração: “Eu confesso com a minha boca e creio com o meu coração que Jesus é o meu Senhor e meu Salvador. Eu renego, eu desfaço todo pacto que eu fiz sabendo ou sem saber com as forças das trevas. E declaro que a partir de hoje eu sou de Jesus, minha vida é dEle, a minha casa é dEle, tudo o que tenho tornou-se dEle agora e recebo o Espirito Santo de Deus para ser o  meu mentor, o meu amigo, para me convencer de todo o pecado para que eu caminhe sempre seguindo os passos de Jesus. Em nome de Jesus!”.


Amém?! Falamos amanhã! Não se esqueça de falar com Jesus! Perguntá-Lo antes de tomar decisões, pedir a Sua direção! Graça e Paz! 

terça-feira, 15 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus




O que é especial a você?
Leitura Bíblica: Lucas 12

Você se lembra do desafio feito ao final do post de ontem? Conversou mais com Deus? Estendeu um pouco mais o seu tempo de oração? Quanto mais andar com o Senhor mais vai desejar falar com Ele e permanecer em Sua presença. A leitura de hoje lembrou-me de uma conversa que tive com uma amiga. Ela contou-me de uma experiência dela com o Senhor. Ela apresentava-lhe em prantos a tristeza de seu coração por não ter conseguido (segundo ela) adquirir nada de grande valor. Ela concluiu a alguns anos o curso superior e é uma profissional excelente, mas, nos últimos anos tem se dedicado a casa, marido e filho. Conversamos e eu disse-lhe para que buscasse renovar sua mente no Senhor. Essa minha amiga é cristã e uma mulher de intimidade com Deus, mas eu notei que nessa área de sua vida o Senhor ainda precisava renovar.  

Quando nos convertemos, vimos de um conceito secular, uma mente mundana, um conceito egoísta do que é realização, motivação. O Senhor vai nos lavando e purificando com Sua palavra e depois de atá-las em nosso coração vai revelando os Seus planos a nossa vida. Mas leva-se algum tempo para que o nosso inconsciente receba essa purificação também, por isso que vez ou outra, muitos se pegam olhando para trás ou observando comportamentos de outras pessoas que não estão em Cristo e comparam-se suas vidas. O Senhor respondeu ao clamor dessa minha amiga, com a passagem de Jeremias 45:5: “Está buscando coisas especiais para você? Não as busque; pois trarei desgraça sobre toda a humanidade, diz o Senhor, mas eu o deixarei escapar com vida onde quer que você vá”.
O nosso conceito do que é especial é diferente do conceito de Deus. Essa minha amiga é dedicada a sua família e a educação de seu filho e é uma mulher de intimidade com o Senhor, tem se envolvido na obra e vem crescendo espiritualmente. Ele já conquistou o maior bem que o ser humano pode ter na terra: uma família, que é projeto do Senhor. Pedi que ela reparasse se essas pessoas que ela tem observado tem vida com Deus, realizam a vontade dEle ou somente delas.  Não estou dizendo que é errado trabalhar fora, de forma alguma, o trabalho dignifica o homem, estou falando se o que estamos buscando está agradando ou não o Senhor.

Jesus quando andou com discípulos aqui na terra contou-lhes a parábola da herdade de um homem rico que havia produzido com abundância. Ele não tinha onde guardar tudo o que produzia, quando enfim teve a ideia de derrubar os seus celeiros e construir outros maiores para guardar todos os seus bens e com estes assegurados poderia descansar, comer, beber e folgar. “Mas Deus disse-lhe: Louco! Esta noite pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será?”. Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não rico para com Deus” (Lucas 12: 20-21)  Este homem assegurou o descanso dele na terra pelos longos anos devido o seu esforço e seu trabalho, mas perderia o descanso eterno devido sua ganância. O Senhor nos exorta nessa passagem é que devemos ser ricos em Deus, ser reconhecidos por homens não nos assegurará a salvação eterna. Nesse mesmo capitulo Jesus fala também que não devemos temer os que matam o corpo e depois não tem mais o que fazer. Mas sim devemos temer aquele que depois de matar tem poder para lançar no inferno” (Lucas 12:4-5).


Devemos buscar agradar ao Senhor, tornarmos conhecidas dEle e conhece-Lo. Talvez você esteja passando por uma situação de tristeza porque alguns de seus sonhos e planos não tenha sido concretizado, pergunte ao Senhor se estes são sonhos e planos dEle à sua vida. Se não, peça ao Senhor para que tire do seu coração para que você não perca seu tempo em prol de realizações que não foram projetadas por Deus a você e perder o precioso tempo de estar debaixo de Sua vontade. “não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12:2). Amados a vontade de Deus é que estejamos todos juntos dEle na eternidade. “E se pedir hoje a sua alma para onde irás?”.   

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus




Um Filho ensinando a falar com o Pai  
Leitura Bíblica: Lucas 11

Jesus quando esteve na terra dedicava muito de seu tempo à oração. Os seus discípulos pediram lhe que os ensinasse a orar, e foi nessa passagem onde o Senhor nos entrega a oração do Pai Nosso. É uma oração linda e um modelo padrão de como é a forma que o Senhor deseja que falemos com Ele.  Vamos meditar nela um pouquinho?

“Pai nosso que estás nos céus” – Com o sacrifício na cruz e sua ressureição, aos que o reconhece, Jesus torna-os filhos adotivos de Deus. Nessa passagem antes mesmo de sua crucificação, Jesus já ensinava os discípulos a chamarem Deus de Pai, “Pai Nosso”. È assim que Deus quer que o chamemos, demonstra muito mais intimidade, afinal, Ele é o nosso Pai Celestial. Às vezes ao orar, muitos cristãos, usam de tanta formalidade para com Deus, como se o Ele fosse tão distante de nós e inacessível. Mas Jesus nos ensina como chama-Lo “Pai Nosso”, que soa mais intimo, familiar.

“Santificado seja o Teu nome” – o fato de buscarmos intimidade com Deus não significa que não devemos reverenciá-Lo. Ele é Santo e gosta de ser chamado assim. Dizer que Ele é Santo é uma forma de adorá-Lo, pois foi para isso que fomos criados. Sempre em suas orações adore ao Senhor antes de fazer qualquer petição. Na adoração acessamos o trono da graça, o coração do Senhor, tornando assim ainda mais próximos dEle.

“Venha o teu reino; seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” – O mundo jaz do maligno, o príncipe desse mundo é o próprio Satanás, nós estamos em território do inimigo, por isso precisamos clamar para que o reino de Deus seja estabelecido em nossa vida, pois no céu a vontade dEle é soberana. Devemos clamar também para que seja assim também aqui na terra. É uma forma de guardarmos das ciladas do inimigo e também de guardarmos de nós mesmos das paixões e desejos de nossa carne.
“Dá-nos cada dia o nosso pão cotidiano” – Observe que depois de chama-Lo de Pai, de declarar que Ele é Santo, de clamarmos o reino dEle, o Seu governo e Sua soberania é que pedimos a Ele o alimento, apresentamos a nossa petição.

“E perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve” – Em seguida Jesus nos ensina a reconhecermos que somos pecadores e necessitamos do perdão do Senhor. Muitas pessoas chegam à presença de Deus pedindo, “reivindicando” algo, fala de suas virtudes e sua vida em santidade (como se Deus não conhecesse), e, não tem a humildade de reconhecer que necessita de quebrantamento, de perdão e da misericórdia do Senhor todos os dias, e da mesma forma devemos ser misericordiosos e perdoar o próximo já que queremos ser perdoados também.

“não nos deixe cair em tentação” – Depois de pedir perdão, pedimos o cuidado de Deus em nossas vidas para que Ele não nos deixe seguir por caminhos tortos, e nem nas tentações que o inimigo lança para cairmos.

“livra-nos do mal” – Somente Ele pode fazer isso por nós, só Ele nos livra, só Ele nos salva, só Ele nos redime. Por isso devemos buscar comunhão e intimidade e buscar conhecê-Lo mais e mais.
Jesus sempre se afastava para orar, ia ao deserto, monte ou um lugar reservado, Ele separava um tempo de qualidade para conversar com o Seu Pai. É bom orarmos na igreja, em grupos de oração, mas a oração que revela a intimidade é aquela onde você está num lugar a sós com Deus. E repare que na oração que Jesus ensinou o pronome na primeira pessoa do plural, ou seja, quando formos orar não devemos orar somente por nós mesmos, mas por todos, sejam amigos ou inimigos.

Nessa passagem, Jesus não somente nos ensina como falar com o Nosso Pai, mas revela acerca do caráter dEle para que sejamos confiantes em nossa oração, quando ele conta a parábola do amigo que vai à casa do outro à meia noite pedindo emprestado três pães, pois recebeu visita em casa. Segundo Jesus, o amigo pode até demonstrar frustração, mas ainda assim acaba levantando por conta da insistência do outro, e lhe dá o que estiver de melhor em sua casa.
“E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; Porque qualquer que pede recebe; e quem busca acha; e a quem bate abrir-se-lhe-á. E qual o pai de entre vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? 
Ou, também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? Pois se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lhe pedirem? (Lucas 11: 13-14)


Quando você tem um amigo ou está se relacionando com uma pessoa do sexo oposto, é necessário dedicar tempo de qualidade senão qualquer que seja o relacionamento não irá prosperar. Assim também devemos ser com Deus, intimidade é o resultado de tempo investido no nosso relacionamento com Deus. Jesus foi grande em Suas obras porque Ele alimentava o Seu Espirito em comunhão com o Pai, Ele conversava com o Pai, recebia Sua direção. Jesus é o nosso referencial de Filho a quem o Pai se agrada, e já que estamos andando com Ele, porque não pedir a Ele para ensinarmos a falar mais e melhor com o nosso Pai? Qual tem sido a duração de suas orações? Desafio a ampliar o seu tempo de conversa com Deus hoje! Aceita o desafio? Falamos-nos amanhã! Graça e Paz! 

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

21 dias andando com Jesus



Com o que devemos nos alegrarmos?
Leitura Bíblica: Lucas 10: 1-20



Hoje é domingo, dia de ir a casa do Senhor, de curtir um pouco mais a família, de aproveitar o restinho do final de semana, e também para descansar um pouquinho, como muitos dizem: “Domingo dia de Alegria”. E por falar em alegria a leitura de hoje fala sobre ela, Jesus nos diz sobre o que realmente devemos nos alegrar. Vamos lá?

Jesus ensinava aos que o seguia, Ele discipulava homens para que depois que Ele subisse ao céu o seu evangelho pudesse ser levado até os confins do mundo. A medida que lhes ensinavam enviavam-lhes à obra para que pudesse ministrar cura e libertação às pessoas. A bíblia conta que o Senhor designou outros setenta à sua obra. Eles voltaram alegres dizendo: “Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam”. Jesus respondeu-lhes: “Eu via Satanás, como raio, cair do céu. Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum”.

Com essa palavra o Senhor nos revela acerca da autoridade que nos foi dada.  Autoridade estas que aqueles homens aprenderam a usar e se alegram muito. Porém o Senhor advertiu-lhes: “Mas, não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus”.

Que alegria poderia ser maior a um cristão senão ter seu nome escrito no livro que lhe assegura a vaga na eternidade? Amados, essa deve ser nossa alegria. O que melhor Deus poderia dar-nos do que a salvação? O sacrifício de Jesus na cruz nos deu acesso a ela, e o nosso nome no livro da vida nos assegura a vida eterna. Então o que acha de tirar esse dia em ação de graças ao Senhor, cante hinos de adoração a Ele, declare sua gratidão por Sua graça e Sua misericórdia, e, quando estiver na casa do Senhor, esquece a listinha mental de petições e adore-O, agradeça-O, pois o melhor de Deus foi a vinda de Seu filho Jesus, e com Ele, a nossa passagem à vida eterna.